Cura Crística

domingo, 13 de junho de 2010

O novo Chamado (por Tranca Ruas das 7 Encruzilhadas)




Caía o anoitecer e a lua não parecia ter o brilho que para nós é quase como o sol, andava eu inquieto, fiz minha inspeção habitual em minhas Encruzilhadas e tudo lá parecia estar em ordem, os guardas informaram que nenhum incidente mais grave havia acontecido.

Porém, algo em mim fazia ter um gosto amargo em minha boca, um pisar diferente no chão, um lado meu desejava despir-se de toda a armadura que eu trajava, e outro lado meu via a necessidade de armar-se ainda mais para algo desconhecido.

Em mais de 100 anos de trabalho, era uma sensação que não me lembro de ter experimentado.

Um choro então sussurrava em meus ouvidos um tom de melancolia e tristeza, eis que meu querido Pai surge perante meus olhos e diz:

- Saravá tua banda meu fio!

E eu lhe respondi:

- Tua benção meu velho! Tenho passado sensações nunca antes sentidas, creio que o senhor veio em meu auxilio.
E o Ancião respondeu:

- Ocê ta acostumado com toda essa sensação sim fio, só que desta vez é de alguém que ocê nunca esperava ter esse pedido de ajuda!
Fiquei espantado com o que meu amado Pai Velho havia afirmado, minha cabeça ficou girando perguntando às estrelas quem seria esta pessoa!

O Preto Velho continuou:

- Esse pranto vem da Calunga fio, só que não daqueles que lá jazem juntos com seus corpos perecíveis!
- Não? – perguntei
- Acho melhor que você vá até lá, e sinta, veja, e faça o que tiver que fazer por lá! Vou à Aruanda agora mexer numas coisas e lhe encontro lá em seguida.

E então o Preto Velho esfumaçou-se em luz e tomou sua estrada à Aruanda.
Esperando pelo pior, armei-me até os dentes, peguei meu cavalo e chamei soldados para que me acompanhassem à Calunga Pequena.

Poderia ter feito o caminho na velocidade do pensamento, mas preferi andar como fazem os encarnados, durante o trajeto, o pranto se tornava mais claro e atordoava até meus homens.
A rua estava em ordem, nenhuma quadrilha maléfica transitava pelos locais neste dia, apenas espíritos ociosos e obsessores isolados que transitavam junto com seus companheiros da carne.

Meus soldados e eu seguíamos calados e compenetrados, meus pensamentos iam a mil por hora, queria saber no que poderia ser útil dentro da Calunga que tinham amigos tão competentes e fortes para defendê-la!

Estávamos a pouco mais de 2km do referido Cemitério, agora os cavalos já sentiam as vibrações inquietantes mas todos íamos firmes, cautelosos, pois junto com toda essa energia pairando, o clima era de extrema paz, e isso nos deixava confusos.

Era noite de final de semana na terra, passamos por algumas boates, bares e locais que os encarnados usam para “se livrar” das cargas da semana de trabalho duro. A cena que assistíamos a nós nada impressionava, mas é válido passar a vocês que leem esta historia.

Os irmãos ignorantes e trevosos que ali estavam sequer notavam nossa presença por conta da enorme embriagues de que se puseram, porém era nítido para nós todos os seus pensamentos e atos em relação aos encarnados, ali se dava verdadeiro simulado para ataques fatais que seriam postos em pratica posteriormente, víamos médiuns ali sendo usados como marionetes, protagonizando papéis dantescos diante do circulo social que pertenciam, mas que entre eles era tudo normal e aceitável.

Alguns dos desencarnados, os mais sóbrios e mais calculistas em seus atos, percebiam nossa caravana passando e fugiam pelos esgotos, buracos na terra, e etc. achando que fazíamos uma ronda para prendê-los.

Eis que durante o caminho aparece um de meus oficiais e diz:

- Patrão, do alto do morro tenho visto vibrações estranhas vindas do cemitério, o povo de lá não manda mensagens, só vem este pranto quase hipnotizador, o Sr sabe o que ocorre?

Respondi a ele:

Zé, você carrega com você uma coisa que eu admiro muito, que é sua sensibilidade aos sentimentos humanos! Quero que venha comigo em missão, pois o Velho mandou que fossemos à calunga averiguar a situação.

E o malandro juntou-se à nossa caravana.

Adentramos na zona de interferência do Cemitério, que para nós Exus vai além dos muros físicos do local. Agora não sentíamos mais as lamúrias vindas de lá, uma proteção foi feita por nossos irmãos que já nos aguardavam, e não queriam que nos misturássemos àquela vibração tão perturbadora.

Sentia que aquela noite seria muito importante para nossa organização espiritual, um marco deveria ser cravado ali em nossas caminhadas evolutivas e eternas!

- Monjubá Calunga! Monjubá Porteira! Monjubá Cruzeiro! – Pronto, finalmente havíamos chegado à porteira da Calunga.

- Laroyê Tranca Ruas das 7 Encruzilhadas! Seja bem-vindo às terras dos portais de Além-túmulo! – Respondia-me o 7 Porteiras com o semblante feliz em me ver,

- Acompanhe-me até o cruzeiro, Sr Tatá Caveira já espera por sua visita.

Logo a face do meu querido irmão de batalha voltou ao semblante grave e sereno, conforme toda a calunga vibrava junto. O cemitério andava estranho, até mesmo as entidades arruaceiras e aqueles sofredores eram atingidos por toda aquela vibração! As aves do nosso plano que fazem as limpezas dos miasmas também haviam se recolhido se não emitiam qualquer tipo de som.

Chegando ao Cruzeiro, percebi que sua ligação com Aruanda estava mais forte que o costume, e isso me confundiu ainda mais. Entrei em uma sala reservada, onde estavam mais outros Exus, como: 7 Encruzilhadas, Tiriri, Marabô, Caveira, Tranca Ruas das Almas, 7 Catacumbas, João Caveira, 7 Facas, 7 Capas, Capa Preta e outros.
Eu e 7 Porteiras nos integramos no grupo que ali esperava.

- Sarava mano! Disse Tranca Ruas das Almas
- Sarava meu irmão da calunga! Vim a pedido do Velho Guaraci até aqui, e trazido por essa energia tão penosa e triste vindo daqui!

- Logo tu vai entender, perdemos uma guerra. – disse ele.

Ali eu me estarreci, pois nós nunca havíamos perdido guerra alguma! Sempre nossas ações foram em favor do bem e do amor, sempre trabalhávamos com a bandeira de Oxalá, o que poderia ter ocasionado uma derrota!?
Logo chegaram inúmeras Pombogiras: Maria Padilha das Almas, Maria Mulambo, Rosa Caveira, 7 Navalhas, Pomba Gira das Almas, e outras, e nenhuma delas com gargalhadas e danças como sempre é.

Logo o tempo passou e o Sr. Tata Caveira mandou que eu entrasse.
Fiquei esperando que fossem chamados os outros, mas era eu o único chamado, já que não estava por dentro da situação.

Monjubá Tranca Ruas, sente-se; - Disse o Senhor da Calunga.
Monjubá meu senhor! – respondi-lhe em tom de respeito à sua sabedoria

- Você não foi chamado aqui, veio por opção e vontade sua, chegou aqui pelos caminhos do amor e da compaixão com teus irmãos que labutam aqui nesta casa de reparos espirituais, e isso é louvável Exu, muito louvável.

- Sua ajuda á nós junto com teus exércitos das Encruzilhadas será de muita valia pois hoje tivemos um enterro diferente aqui nesta calunga. E esta vibração que tens sentido lá fora, é um chamado de nossos espíritos à todos os trabalhadores do bem que queiram recomeçar uma batalha.

- Nós não perdemos guerra alguma, isso é o sentimento de quem trabalha aqui a séculos e se entristeceu muito com o Enterro que tivemos aqui. – Disse o Sr Tata

- Mas como podem se entristecer com um enterro? No mínimo o enterrado está entre nós agora! – Retruquei

- não enterramos uma pessoa, venha até aqui. – disse ele
Saímos da sala e na anti-sala já não havia mais nenhum Exu nem Pombogira, estavam todos em um auditório, que mais parecia um templo de magia.

Eu e Senhor Tata caminhamos até o cruzeiro propriamente dito e ele me mostrou 7 palhas.

- O meu Rei Omulú enterrou aqui neste cruzeiro 7 palhas! E me deu a ordem de não ajudar nenhum de meus colaboradores daqui a desvendar o segredo disto.
Hoje dar-se-á o prazo limite dado por Ele, e os Exus e Moças estão desolados por não decifrarem.

No meio de nossa conversa, um buraco surgiu da terra e um fogo muito grande surgiu em labareda, era seu Lucifer.
Dadas as devidas saudações de uns aos outros, ele juntou-se à nossa reunião.
E Disse:

Irei até o auditório falar com seu efetivo! E volto em seguida
Sim, vá e faça teu trabalho irmão! – respondeu Tata Caveira.

- Vou te explicar melhor a situação. Pai Omulú deu a cada Exu desta calunga a missão de descobrir o porquê de estas palhas terem sido enterradas aqui no nosso cruzeiro, para eles a missão é fácil, entretanto, eles haviam de buscar a respostas com seus médiuns, e nenhum deles obteve nem a sombra da respostas. Por isso este sentimento que emana daqui. – explicou-me o Exu

- Mas no que poderei ser útil aqui? Se nem ao menos participei de toda essa empreitada!- questionei-lhe.
- Não seja ingênuo, pelo seu tempo de trabalho e justamente por estar de fora da situação que és de suma importância neste caso. – Disse.

Sentia a Falta de Pai Guaraci que naquele momento já deveria estar por lá, mas ainda não havia mandado sinais para enviar alguma noticia.

Adentramos então ao auditório que neste momento já era palco da palestra de Senhor Lucifer.
- Como podem então comprometer-se em testar seus médiuns e depois sentirem-se culpados porque eles não foram capazes de passar? Temos na crosta uma onda gigante de cegueira espiritual rondando nossos irmãos trabalhadores da Umbanda, vaidades, dogmas arcaicos, intolerância, guerras de poder, e muitas outras barreiras criadas por esses meninos a si próprios!

- Somos guerreiros, somos protetores, recebemos de Zambi a proposta de nos reerguemos espiritualmente combatendo o mal, treinamos, marchamos, estudamos, desenvolvemos ciências, tudo em prol de manter a paz no planeta terra! Somos o inicio e o fim de tudo! Será que vocês acham correto lamentar o erro alheio? Vocês? Acostumados a duelar com homens e seus sentimentos mais primitivos e grotescos!

- Reergam-se Guerreiros! Hoje terão as respostas! E iniciarão uma nova batalha! – terminou seu discurso o Sr. Lucifer seguido de brados, palmas e gritos dos guerreiros.

Achei curioso, pois o Sr. Tata não interferia com palavra alguma nas explicações que foram dadas.

Havia uma bancada que dividia seus membros por suas posições hierárquicas dentro do sistema daquele cemitério, e na platéia os bravos soldados da calunga ouviam a tudo atentos e com a tônica vibratória já modificada.
Ali só tínhamos nós Exus e Pomba giras, Orixás. Velhos e Caboclos não ocupavam seus lugares na assembléia.

Até que uma sentinela em tom alto diz:
- Levantem-se todos

E seguido de um estrondo muito forte um portal de luz se abre, e bolas de luzes de diversas cores percorrem o local! Deixando tudo mais leve, mais celestial!
E um cântico entoado por vozes celestiais tomou conta do ambiente:

“Oxalá meu Pai!

Tenha Pena de nós tenha dó!

A volta do mundo é grande!

Seus poderes são Maior!”

Logo as bolas de luz foram se tomando forma e formaram uma nova bancada flutuante, onde estavam

Oxalá, Iemanjá, Xangô, Oxum, Iansã, Ogum, Oxossi, Nanã e Omulú!

O auditório inteiro se comovia com as visitas tão ilustres! E eu começava a perceber o que queria o Velho Omulú quando deu essa tarefa aos irmãos do cemitério.

Logo uma falange de Pretos Velhos entrou no auditório e todos cantavam e vinham felizes, e no meio deste grupo identifiquei Pai Guaraci e outros que conheço de trabalhos.

“Eu fui à Bahia

Para implorar ao meu senhor o bomfim

Para que ele me ajudasse

A seguir na umbanda meu caminho até o fim”

Logo que entraram, bateram cabeça aos Orixás ali presentes, nos saudaram também, e tomaram seus assentos na assembléia.

Sabia que faltavam os Caboclos,e que logo viriam. Assim foi feito.

Pássaros belos invadiram o ambiente, e Oxossi se levantou atirando uma flecha em direção ao ar, abrindo um portal de verde lindo.

Ouvíamos os brados dos guerreiros das matas, e logos foram chegando uma enorme quantidade de Caboclos.

“Eu vi chover

Eu vi relampiar,

Mas mesmo assim o céu estava azul,

Firma seu ponto na Folha da Jurema,

Oxossi Reina de norte a Sul”

Cantavam os Caboclos com muita alegria e vibração típica do povo das matas!
Neste ponto dos fatos, eu estava maravilhado, e ansioso, esperando o que te tão grandioso aconteceria naquela calunga!

E Pai Omulú toma a palavra:

- Trabalhadores da seara de Oxalá, merecedores de nosso alento e capacitados à enfrentar os males humanos com grande perspicácia. Venho falar-lhes na permissão do grande Pai aqui presente, da experiência que passaram nos últimos 7 dias com seus médiuns.

- sabem porque nenhum foi capaz de responder? Pois procuraram no lugar errado! Eles estão acostumados quando vocês dão o mapa do tesouro, só que desta vez vocês não o fizeram, e ainda os jogaram em uma trilha que nunca haviam estado, com diversas nuances, e sinuosidades.

- temem a morte e se dizem espiritualistas, não praticam caridade em suas vidas e se dizem trabalhadores, se aniquilam na preguiça mental ao cultivarem dogmas do tempo da terra primitiva! Esquecem-se de Zambi.

- Enterrei neste cruzeiro 7 palhas de minha coroa! E nenhum deles se habilitou a vir aqui sequer ver as palhas para tentar desvendar o segredo!

Os outros Orixás ali não quiseram se pronunciar estavam ali mais por questões de nos alimentar o coração com as energias que possuem do que qualquer outra coisa.

E o velho Omulú continuava:

- Isso é o que temos visto acontecer com esses nossos filhos! Eles tem se escondido atrás de seus medos, e sua idéia de “já faço minha parte” para não desvendar os verdadeiros segredos da existência, vejo uma grande quantidade de filhos que temem curar a ferida alheia, que não olham o feio, tem vergonha de ser trabalhador da Umbanda, não se mistura aos pobres, filhos de coração reluzente que mancham sua coroa com julgamentos, meninos e meninas excelentes em seus desempenhos mediúnicos e cerrados em suas redomas para que não se aprofundem na caridade. Vejo medo, eu como médico dos pobres, fiquei bastante sensibilizado em ver que grande parte dos filhos que me carregam na coroa, não colocam nem uma pequena parcela de seu tempo ao trabalho de descobrir os segredos do sofrimento alheio! Quando lhes dei esta missão, eu já sabia que não conseguiriam que seus médiuns descobrissem! Tudo foi conforme o esperado!

- Nós, entretanto, não vamos dar-lhes somente uma prova e uma nota! Agora, diante dessa falha vamos traçar uma nova missão! E com a licença de Oxalá aqui presente, com a força de meus Irmãos aqui presentes também! Eu vos dou a missão!

- Ireis agora, começar o trabalho de instruir vossos médiuns a buscar ajudar ao irmão! A perder seus medos e colocar-lhes no front da batalha árdua! Tirar-lhes de dentro da redoma! Colocá-los aonde tem lama, para resgatarem os refugiados da luz! Vão intuir-lhes a caridade que Oxalá nos ensinou!

- Serão guerreiros como vocês! Pois novos tempos chegam ao Ayè (Terra)! Mas para subir junto com o planeta, deverão aprender a ser VERDADEIROS UMBANDISTAS!

- LAROYÊ EXÚ!!! MONJUBA BOMBOGIRA!!!

Naquele momento tudo já fazia sentido, e vi na platéia que a mesma já era composta por entidades não só da calunga, mas também das encruzas, matas, praias, campinas e muitos outros campos de ação do “povo da rua”.

Depois de verdadeira aula de amor de Pai Omulú, ele e os outros Orixás nos emanavam raios de luz de cores diversas, muito intensos que fez a calunga inteira estremecer. Pai Oxalá bateu com força seu Cajado no Chão e um portal enorme se abriu!

E todos ali presentes levantaram, pois iriam voltar a Aruanda o nossos amados Orixás!
E todos entoamos o hino da umbanda cantado nos terreiros!

“Refletiu a luz divina

Com todo seu esplendor

Vem do reino de Oxalá

Aonde há paz e amor

A luz que refletiu na terra

A luz que refletiu no Mar

A luz que vem lá de Aruanda

Para tudo iluminar

Umbanda é paz e amor

É um mundo cheio de luz

É a força que nos da vida

E a grandeza nos conduz

Avante filhos de fé

Como a nossa lei não há!

Levando ao mundo inteiro

A bandeira de Oxalá”


Então Eles voltaram a forma de energias e se foram pelo portal! Deixando em nós um suave sentimento de paz!
Deu-se o fim da reunião, e me despedi de meus irmãos da calunga!
Botei minha tropa para ir embora e levando meu cavalo, resolvi que iria a pé. Antes porém, cobras surgiram à minha frente, e logo senti a presença de Sr Cobra Coral, que veio seguido de Pai Guaraci.

- Laroyê meu guerreiro! – disse o Caboclo

- Okê meu pai! – Disse eu

- Adore meu velho! – completei!

- Laroyê Exu! – Disse Pai Guaraci

- Agora você vai ao teu posto de comando e de as novas ordens aos seus subordinados! A missão é para ser posta em pratica já! – disse o Caboclo

Eu acatei e interpelei-os:
- Meus amados mestres, algo me deixou curioso, qual o segredo das palhas enterradas?
Eles deram uma gostosa risada e Pai Guaraci completou:
- Meu nobre guerreiro, as 7 palhas representavam justamente todas as barreiras que os médiuns tem criado para si, para que trabalhem mais próximos de seus irmãos encarnados que passam por sofrimentos grandes!

Ao fundo ouvia uma gargalhada, e um batucar característico, era Zé, que disse:

- Salve toda patronagem! - falou a nós e bateu cabeça ao Cobra Coral e ao Velho Guaraci.
- Na Favela já dei o enredo pra todo mundo, agora é só ensaiar a escola e colocar na avenida! Tenho fé no meu Pai Ogum que vamos conseguir!

Todos rimos do jeito deste ser que tanto trás alegria aos nossos trabalhos, e que o faz com todo amor.
Nos despedimos um dos outros! E cada um foi fazer aquilo que lhe cabia para o desempenho da nova missão!

Minhas saudações à todos vocês! E esperamos que aceitem nossa interferência para que se tornem guerreiros de frente!

EU SOU, Tranca Ruas das 7 Encruzilhadas.

canalizado por Gilberto Cipriani

4 comentários:

  1. SARAVÁ A UMBANDA SAGRADA...SARAVÁ A TODOS OS SEUS TAREFEIROS...

    GOSTEI MT DESSE TEXTO.
    TECO.

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  2. Saravá a tds eu amei esse texto. obrigada, por compartilha-lo conosco.
    Axé

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  3. um dos textos mais lindos que já li. :)

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  4. saravá ao nosso povo que sempre nos alimenta com sua sabedoria e cooperação, nunca nos deixando e sempre nos ajudando a evoluir junto com eles. Saravá meus Exus e Pombagiras! Saravá! Obrigado pela história, ela me tocou muito, me fazendo redescobri-los ... Axé, axé, axé

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